Open banking, FHIR e a busca por interoperabilidade A ideia de "open" vem se espalhando: depois de open finance, que permite compartilhar dados bancários, outras áreas estão adotando padrões abertos para integrar informações. No setor bancário, o open banking brasileiro se baseia em APIs padronizadas e requer consentimento do usuário para acessar saldos, extratos e iniciar pagamentos. Ele ajudou a criar produtos mais competitivos e abriu espaço para fintechs. Na saúde, o padrão FHIR (Fast Healthcare Interoperability Resources) da HL7 define formatos de dados para prontuários, consultas e exames. Hospitais e clínicas que usam FHIR conseguem trocar informações com segurança. Benefícios da padronização Dados fluem entre instituições sem necessidade de integrações ad-hoc, reduzindo custos. Pacientes e clientes ganham controle: podem levar seu histórico para outros serviços sem perder dados. Desenvolvedores têm menos trabalho para criar apps compatíveis, pois seguem guias comuns. Ainda existem desafios como autenticação robusta, governança de dados e atualização constante dos padrões. Nos próximos anos, veremos cada vez mais APIs abertas unindo finanças, saúde, energia e governo, criando um ecossistema mais inteligente. Você acredita que a interoperabilidade pode trazer mais vantagens do que riscos? Como deveria ser a proteção de dados nesse cenário?